quinta-feira, 11 de junho de 2009

1/3 DA HUMANIDADE SERA INFECTADA SEGUNDO A OMS

1/3 = 2 BILHOES DE PESSOAS INFECTADAS NO MUNDO TODO


vocês vão dizer que uma taxa de letalidade de 6% é muita alta para os dias de hoje, com nossa ciência avançada. Até concordo, então segundo a wikipedia, a taxa de letalidade de uma pandemia de virus raro é de 2%-20%. Vamos colocar a minima, ou seja, 2%...isso daria 40 milhões de mortos! Ok, vamos deixar as coisas mais otimistas ainda. A gripe comum a taxa de letalidade é 0.5% a 1%. Vamos dizer que a gripe H1N1 seja leve, e mate apenas 0.5% dos 2 bilhões de infectados. Sabe quantos mortos serão? 10 milhões! Então aqui está a mais otimista previsão para uma pandemia de H1N1: 10 milhões de mortos. Por favor, isso não é hoax ou alarme falso. Isso é sério. A OMS mantem o nivel 3 para a gripe aviaria que tem taxa de letalidade de 50%, mas nós já estamos no nivel 5 para H1N1. Poucos estão tão cientes do que pode acontecer como a OMS, ONU e governos. Mas eles não podem divulgar abertamente que a previsão mais otimista é 10 milhões de mortos! Fique esperto e continue lendo...
Eles dizem que daqui a pouco vão desenvolver uma vacina contra H1N1 e que também existe tratamento, como o Tamiflu. Mas não teria como vacinar e tratar bilhões em alguns meses, apenas milhões. O Brasil por exemplo, hoje, para uso imediato, só tem 12.500 tratamentos de Tamiflu, e um estoque de no máximo 9 milhões de tratamentos. Isso quer dizer que apenas 9 milhões de brasileiros poderiam ser tratados simultaneamente! Veja, são 191 milhões de brasileiros. Os EUA preveem que uma pandemia "média" pode atingir cerca de 30% da população de um país de primeiro mundo (imagine de terceiro, como o Brasil). Com esta taxa, ou seja, 30% da população brasileira, seria 57 milhões de brasileiros infectados com apenas 9 milhões de tratamentos! Dá para entender onde quero chegar? É claro que nenhum país do mundo, ainda mais de terceiro mundo, como o Brasil, está preparado para uma pandemia de vírus raro. A morte de milhões é totalmente inevitável. Sem contar que quem tem HIV corre alto risco de morte.

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