segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

ALICE BAILEY E A LUCIS TRUST


Alice bailey fundadora da organização lucistrust foto acima Lucis Trust, cujo nome original era Lucifer Trust.(confiança em lucifer) Foi fundada na Inglaterra em 1922, pelo casal Alice e Foster Bailey. A organização controla a única capela existente na sede da ONU, em Nova Iorque. Além do satanismo aberto, a Lucis Trust fomenta o malthusianismo, a Nova Era e o ecologismo

6 comentários:

  1. Isto é ridiculo. Lucifer quer dizer portador da Luz e nada tem a ver com satanismo como a Igreja Romana apregoa. O próprio Cristo era a Luz e os romanos se apoderaram da parte superficial da sua doutrina para impedirem o desenvolvimento e crecimento espiritual da Humanidade e a manterem permanentemente nas trevas do obscurantismo.
    Os livros de Alice Bailey são um "apport" à ampliação da auto-consciência dos seres humanos e portadores da Verdade e do Plano de Deus.

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  2. Amigo aconselho que Leia um pouquinho mais a Biblía, pois você está estudando muita filosofia, em vez de ler a Biblía Sagrada, e não é por ai... No livro de Isaías 14:12 nos fala que lucifer erá um anjo de luz, e deus mudou o nome dele para Satanás!!!E já que você gosta de literatura leia o livro "Sexo,desvio e danação" As minorias na Idade Média, Escrito Por Jeffrey Richards e editado por Jorge Zahar e você vai ver quantas atrocidades o catolicismo fez com o povo na época...E na Biblía está escrito que pelos fruto conheceres se a arvore é boa ou má..
    Descupe por criticar, mas o plano de Deus é Jesus!!!

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    1. bixo se concentra mais no culto, cê ta muito doido!!

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  3. Aff ce ta ficando loko meu. Vai rezar um pouco!!!!

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  4. O termo lucifer não é uma designação nem bíblica e nem correta para descrever o representante das trevas, pois carrega um significado de portador de luz e trabalhos com a leitura do texto original evidenciam isto de forma indiscutivel.

    A reflexão que aqui faço, texto literal do blog Linguas Bliblicas e Teologia, de Jose Ribeiro Neto (professor de Hebraico), é importante para entendermos como interpretações tradicionais estabelecidas podem fazer com que deixemos de ser bereanos e reflitamos mais sobre aquilo que nos dizem.

    Aceitar o uso do nome lucifer é aceitar um erro de interpretação da tradução de uma palavra como se fosse um nome por causa da carga teológica interpretativa da passagem. Não é um nome bíblico, nunca foi usado por Jesus nem pelos apóstolos portanto por que usá-lo, pois agora que sabemos que se trata de um erro de tradução numa vulgata latina.

    Pois não podemos fazer que uma inverdade, dita ao longo dos tempos, se aproprie de uma verdade que pode ser evidenciada com base em textos de teologos, catedraticos, estudantes e especialistas na lingua hebraica.


    Temos então:

    lucifer – substantivo masculino singular nominativo (Is 14.12; II Pe 1.19; Jó 11.17)18
    luciferum – substantivo masculino singular acusativo (Jó 38.32; Sl 110.3)19
    lucifero * – substantivo masculino singular ablativo20
    lucifero * – substantivo masculino singular dativo
    luciferi * – substantivo masculino singular genitivo
    luciferi * – substantivo masculino plural nominativo
    luciferos * – substantivo masculino plural acusativo
    luciferis * – substantivo masculino plural ablativo
    luciferis * – substantivo masculino plural dativo
    luciferorum * – substantivo masculino plural genitivo


    Ao observar as citações acima fica claro a origem do nome lucifer, Jerônimo traduziu a expressão hebraica lleäyhe por lucifer, um susbtantivo latino que significa estrela da manhã, aurora, astro brilhante, planeta Vênus. No latim não é um nome, caso fosse teríamos que traduzir em todas as outras passagens citadas como um nome, o que causaria verdadeiras aberrações. Entretanto, por causa da interpretação teológica da passagem de Is 14.12 como se referindo à satanás, o substantivo latino passou a ser referido como um nome, esta interpretação se tornou tradição, ninguém mais questionou e passou-se a usar lucifer como o nome próprio de satanás

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