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terça-feira, 4 de janeiro de 2011
sábado, 1 de janeiro de 2011
“Encontrando Bianca”: Vídeo do MEC faz apologia ao homosexualismo para crianças de 7 a 10 anos
Quero deixar bem claro, antes de mais nada, que eu pessoalmente não tenho nada contra homossexuais. Tenho inclusive alguns amigos que se encaixam nesta categoria. Mas daí para incentivar crianças pequenas a serem homossexuais, isto é uma questão muito diferente.“Encontrando Bianca” é um dos vídeos que integram o “kit contra homofobia” que o MEC planeja enviar para seis mil escolas de ensino médio de todo o país no ano que vem. Ele foi exibido durante seminário sobre o tema na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados no início deste mês.Um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) produziu kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública em todo o país do programa Mais Educação.
O trecho do debate incluindo o vídeo “Encontrando Bianca” pode ser visto abaixo. Este vídeo foi divulgado pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) em em seu canal no youtube “Esse kit tem título de combate à homofobia mas, na verdade, é um estímulo ao homossexualismo,
um incentivo à promiscuidade“, disse Bolsonaro durante o encontro.
O resumo da história: “um menino chamado Ricardo de 9 anos entra no banheiro da escola e, observa seu coleguinha fazendo xixi,ele se sente atraido pelo coleguinha e declara seu amor por ele. Na sala de aula, a tia o chama pelo nome, Ricardo, mas ele retruca, meu nome é BIANCA. No final estimula as crianças a assumirem sua identidade homossexual, e, a cartilha afirma que esta é uma atitude correta a ser tomada dentro de sala de aula.”
Em Campo Grande, sob o comando do presidente da Câmara, Paulo Siufi (PMDB), vereadores querem proibir o kit.
Enquanto isto vemos de todos os lados uma artilharia contra o deputado, o acusando de homofóbico e inclusive que estaria sugerindo a violência contra homosexuais. Eu sou da opinião que cada um, dentro do limite do bom-senso é claro, educa seus filhos da maneira como quiser. Agora querer se intrometer na educação alheia e tentar mostrar quão bom é ser gay, e que isto é normal já foi longe demais. Querer calar críticos usando o adjetivo de homofóbico é a mesma coisa que chamar aqueles que denunciam Israel como anti-semitas.
Assine o abaixo assinadoque pede a proibição da distribuição deste kit.
Qual a sua opinião? Voce acha que este “kit” acabará por incentivar ao homosexualismo jovens crianças
http://www.youtube.com/watch?v=Oonog6fJe_U&feature=player_embedded
Jair Bolsonaro na TV camara denunciando o Kit Gay:
http://www.youtube.com/watch?v=ONfPCxKdGT4&feature=player_embeddedNeste outro vídeo o deputado discute no programa Manhã Maior a mesma questão. A forma como a outra convidada tenta sugerir que uma palmada poderia provocar a queda e a morte de uma criança é realmente uma piada:
http://www.youtube.com/watch?v=eR6fBIctOH4&feature=player_embedded
"Encontrando Bianca" é um dos vídeos que integram o "kit contra homofobia" que o MEC planeja enviar para seis mil escolas de ensino médio de todo o país no ano que vem. Ele foi exibido durante seminário sobre o tema na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados no início deste mês.
Um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) produziu kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública em todo o país do programa Mais Educação.
O trecho do debate incluindo o vídeo "Encontrando Bianca" pode ser visto abaixo. Este vídeo foi divulgado pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) em seu canal no YouTube. "Esse kit tem título de combate à homofobia mas, na verdade, é um estímulo ao homossexualismo,
um incentivo à promiscuidade", disse Bolsonaro durante o encontro.
O resumo da história: "um menino chamado Ricardo de 9 anos entra no banheiro da escola e, observa seu coleguinha fazendo xixi,ele se sente atraido pelo coleguinha e declara seu amor por ele. Na sala de aula, a tia o chama pelo nome, Ricardo, mas ele retruca, meu nome é BIANCA. No final estimula as crianças a assumirem sua identidade homossexual, e, a cartilha afirma que esta é uma atitude correta a ser tomada dentro de sala de aula."
Em Campo Grande, sob o comando do presidente da Câmara, Paulo Siufi (PMDB), vereadores querem proibir a distribuição do kit .
Enquanto isto vemos de todos os lados uma artilharia contra o deputado, o acusando de homofóbico e inclusive que estaria sugerindo a violência contra homosexuais. Eu sou da opinião que cada um, dentro do limite do bom-senso é claro, educa seus filhos da maneira como quiser. Agora querer se intrometer na educação alheia e tentar mostrar quão bom é ser gay, e que isto é normal já foi longe demais. Querer calar críticos usando o adjetivo de homofóbico é a mesma coisa que chamar aqueles que denunciam Israel como anti-semitas.
Assine o abaixo assinado que pede a proibição da distribuição deste kit.
Qual a sua opinião? Voce acha que este "kit" acabará por incentivar ao homosexualismo jovens crianças suscetíveis a sugestões? Ou você acha que é necessário para evitar a chamada homofobia? Deixe sua opinião nos comentários.
veja os videos abaixo
Jair Bolsonaro na TV camara denunciando o Kit Gay:
Neste outro vídeo o deputado discute no programa Manhã Maior a mesma questão. A forma como a outra convidada tenta sugerir que uma palmada poderia provocar a queda e a morte de uma criança é realmente uma piada:
Primeiramente gostaria de agradecer a participação de todos, independente da sua opinião. Queria também esclarecer que não estou apoiando a posição do Jair Bolsonaro de que o homosexualismo tem que ser combatido com agressão pelos pais.
Mas ao mesmo tempo eu acho uma tremenda intromissão do estado querer ensinar homosexualismo para uma criança desta idade, que poderá ser facilmente ser confundida a ter relações homosexuais precocemente, o que poderá lhe traumatizar por toda a sua vida.
A NOVA ORDEM MUNDIAL
2011, o ano em que poderemos dar adeus à liberdade na internet
OBS: O Artigo foi publicado pelo IDG NOW!, um site de domínio do UOL, ou seja, até sites mais ortodoxos, já cairam na real dos fatos.
Por IDG News Service
Publicada em 14 de dezembro de 2010 às 16h58
Cada vez mais governos e instituições parecem controlar o uso da web, caso de países como China e Estados Unidos.
Este artigo de final de ano é, acima de tudo, um modesto olhar sobre o que vejo e imagino para o futuro. Afinal, estamos prestes a começar 2011, e ao que tudo indica, será um ano decisivo para a Internet e para todo o seu grande potencial livre.
Ao longo de sua história, a Internet tem sido essencialmente livre de regulamentação governamental. Embora existam exceções – alguns países estão trabalhando bastante para controlar o conteúdo online.
Mas, sem dúvida, tem sido profundo o impacto da Internet sobre a indústria da música e do cinema, jornais, entretenimento, privacidade, transparência de governo (voluntária ou não) e educação.
Claro, existem muitas pessoas que não estão felizes com estas mudanças, muitas vezes, impostas pela web. Por alguns anos, a indústria dos direitos autorais protestou bastante contra a Internet. Ainda que alguns indivíduos tenham realmente tido dores de cabeça, nada realmente mudou para a maioria, pelo menos até o momento.
Entrentato, os esforços para controlar a rede de outras maneiras estão começando a crescer.
Governos x Internet
Um exemplo recente foi o evento ITU Plenipotentiary Conference, em Guadalajara, no México, onde ocorreu uma grande discussão sobre a possibilidade de extender à Internet o regime regulatório dos sistemas mundiais de telefonia. Mas, no final, o encontro terminou sem a conclusão de um regulamento global.
Uma outra tentativa surgiu com a Comissão para Ciência e Tecnologia das Nações Unidas, que votou no sentido de estabelecer um comando único, nas mãos do Fórum para Governança da Internet – um grupo responsável por discutir questões na web relacionadas, principalmente, a direito de imagens.
Agora, um grupo, constituído por países integrantes da ONU, investigará como ajustar a IGF para este comando. Sinceramente, não é preciso muita imaginação para prever o provável resultado.
Afinal, os governos, em geral não gostam muito da internet ou pelo menos de atividades online que eles não controlam. Alguns, como a chinês, por exemplo, estabeleceram inúmeras restrições aos websites de seus próprios países. Um caso recente é a Venezuela.
Uma possível reestruturação da Internet permitiria a cada país gerenciar o conteúdo de tal forma que se tornaria difícil descobrir o que está acontecendo ao redor do mundo.
Mas não temos de esperar a ONU para refletirmos sobre o futuro. Recentemente, o governo dos EUA tirou do ar uma série de domínios, sem qualquer notificação oficial aos proprietários.
Caso semelhante pode ter ocorrido caso o governo dos EUA tenha realmente pressionado o PayPal e a Amazon para interromper seus serviços ao WikiLeaks, novamente, sem a utilização de nenhum meio legal.
Você não tem de ser um fã do WikiLeaks para entender que deixar o governo dos EUA decidir sozinho, sem nenhum processo jurídico como o definido pela Constituição, não é um caminho para a liberdade. Além disso, a FCC votará um novo marco regulatório para a internet no dia 21 de dezembro – e o conteúdo está sendo mantido longe dos holofotes.
Posso estar sendo um pouco alarmista, mas os sinais indicam que a Internet do futuro não será igual àquela que um dia conhecemos, a não ser no nome. Feliz Ano Novo.
(Scott Bradner)
uol
Por IDG News Service
Publicada em 14 de dezembro de 2010 às 16h58
Cada vez mais governos e instituições parecem controlar o uso da web, caso de países como China e Estados Unidos.
Este artigo de final de ano é, acima de tudo, um modesto olhar sobre o que vejo e imagino para o futuro. Afinal, estamos prestes a começar 2011, e ao que tudo indica, será um ano decisivo para a Internet e para todo o seu grande potencial livre.
Ao longo de sua história, a Internet tem sido essencialmente livre de regulamentação governamental. Embora existam exceções – alguns países estão trabalhando bastante para controlar o conteúdo online.
Mas, sem dúvida, tem sido profundo o impacto da Internet sobre a indústria da música e do cinema, jornais, entretenimento, privacidade, transparência de governo (voluntária ou não) e educação.
Claro, existem muitas pessoas que não estão felizes com estas mudanças, muitas vezes, impostas pela web. Por alguns anos, a indústria dos direitos autorais protestou bastante contra a Internet. Ainda que alguns indivíduos tenham realmente tido dores de cabeça, nada realmente mudou para a maioria, pelo menos até o momento.
Entrentato, os esforços para controlar a rede de outras maneiras estão começando a crescer.
Governos x Internet
Um exemplo recente foi o evento ITU Plenipotentiary Conference, em Guadalajara, no México, onde ocorreu uma grande discussão sobre a possibilidade de extender à Internet o regime regulatório dos sistemas mundiais de telefonia. Mas, no final, o encontro terminou sem a conclusão de um regulamento global.
Uma outra tentativa surgiu com a Comissão para Ciência e Tecnologia das Nações Unidas, que votou no sentido de estabelecer um comando único, nas mãos do Fórum para Governança da Internet – um grupo responsável por discutir questões na web relacionadas, principalmente, a direito de imagens.
Agora, um grupo, constituído por países integrantes da ONU, investigará como ajustar a IGF para este comando. Sinceramente, não é preciso muita imaginação para prever o provável resultado.
Afinal, os governos, em geral não gostam muito da internet ou pelo menos de atividades online que eles não controlam. Alguns, como a chinês, por exemplo, estabeleceram inúmeras restrições aos websites de seus próprios países. Um caso recente é a Venezuela.
Uma possível reestruturação da Internet permitiria a cada país gerenciar o conteúdo de tal forma que se tornaria difícil descobrir o que está acontecendo ao redor do mundo.
Mas não temos de esperar a ONU para refletirmos sobre o futuro. Recentemente, o governo dos EUA tirou do ar uma série de domínios, sem qualquer notificação oficial aos proprietários.
Caso semelhante pode ter ocorrido caso o governo dos EUA tenha realmente pressionado o PayPal e a Amazon para interromper seus serviços ao WikiLeaks, novamente, sem a utilização de nenhum meio legal.
Você não tem de ser um fã do WikiLeaks para entender que deixar o governo dos EUA decidir sozinho, sem nenhum processo jurídico como o definido pela Constituição, não é um caminho para a liberdade. Além disso, a FCC votará um novo marco regulatório para a internet no dia 21 de dezembro – e o conteúdo está sendo mantido longe dos holofotes.
Posso estar sendo um pouco alarmista, mas os sinais indicam que a Internet do futuro não será igual àquela que um dia conhecemos, a não ser no nome. Feliz Ano Novo.
(Scott Bradner)
uol
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